segunda-feira, 15 de outubro de 2018 14:21

Fonte: MadreMedia

Agostinho, Sophia e Alice. Ou como parece que o tempo voou no mundo das telecomunicações




A Sophia, a Alice e o Agostinho. Um 'bot', um robô e um homem. Separa-os o tempo e a evolução tecnológica. ‘’Elas’ apareceram muito depois de Agostinho Pinto, um entusiasta do mundo das comunicações, e são de outra inteligência, artificial. Talvez seja por isso que ‘elas’ o consigam compreender e Agostinho nem tanto, porque tudo aconteceu muito rápido desde o momento em que acompanhou a "sua" revolução dos telefones, o início da era dos telemóveis.

Mas vamos às apresentações. A Sophia pensa, alerta-nos e avisa os outros por nós. Foi o rosto interativo da bancada da Altice Labs no TechDays que aconteceu em Aveiro entre os dias 11 e 13 deste mês. Os visitantes chegavam e falavam. Em linguagem natural, o mesmo que dizer: aquela que usamos para comunicar entre nós, humanos, todos os dias. A Sophia respondia e era ao mesmo tempo o espelho da aplicação real da tecnologia 5G, uma bandeira que o evento fez passar de um ano para o outro. Mas esta era a edição da inteligência artificial. E era isso que o 'bot da Sophia, um mecanismo de resposta 'pintado' com o rosto da robô mais conhecida do mundo, espelhava: os avanços no trabalho desenvolvimento em inteligência artificial por parte dos laboratórios da Altice.

Se a Sophia era o rosto, a Alice era o corpo. Um robô que nos seguia para onde quiséssemos, que falava connosco. Uma parceria da Altice Labs com a startup Follow Inspiration apresentada no contexto do evento. A Alice inclui incorporados dois ecra~s: um ecra~ exclusivo para visualizac¸a~o de conteu´dos (sem interac¸a~o) e um outro ecra~ touch exclusivo para interac¸a~o. Atrave´s da sua capacidade de interac¸a~o, do ecra~ ou de voz em linguagem natural, este robot, para ale´m de responder a questo~es gerais, esta´ preparado para realizar a visita guiada no espaço do TechDays.

Mais à frente, Agostinho Pinto percorria o seu stand, de mãos nos bolsos. Dezenas de telefones, listas telefónicas e os já velhinhos cartões de pagamento eram exibidos com curiosidade aos mais novos. Agostinho trabalhou nos CTT e na PT e foi ao longo dos anos construindo uma coleção capaz de contar a própria história das telecomunicações em Portugal. Quando chegamos ao seu stand, acompanhados pela Alice, confessa-nos que as coisas têm evoluído depressa demais.

“Eu acho que no futuro vai ser um chip posto no pulso e faz-se tudo com isso. [...] A gente quando der por ela, já estamos a falar do 5G que eu nem sei o que é isso”, brinca.


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