No polo será também criado um ecoponto para a recolha de resíduos cerâmicos, onde serão avaliados “os efeitos da poluição resultantes da atividade e desenvolvidas abordagens de solução dos problemas”, disse Luísa Arroz.
Finalmente, será relançada a Bienal Molda, que tem sido desenvolvida nos últimos cinco anos, com coordenação de João Bonifácio Serra (antigo presidente da 'Guimarães 2012’) e cujas atividades foram o principal alicerce da candidatura das Caldas da Rainha a Cidade Criativa.
Projetos que o presidente da Câmara das Caldas da Rainha, Fernando Tinta Ferreira, estimou hoje representarem “um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros a aplicar ao longo dos próximos quatro anos”.
A candidatura deverá ser analisada ao longo deste mês e, se for aceite, a decisão final deverá ser conhecida em meados de 2020.
De acordo com o regulamento da edição de 2019, serão selecionadas até duas cidades por país, podendo a Comissão Nacional da UNESCO apoiar até quatro candidaturas nas sete áreas a concurso: Artesanato e Arte Popular, Desenho, Filme, Gastronomia, Literatura, Artes de Media e Música.
A Rede de Cidades Criativas da UNESCO foi criada em 2004 com a missão de desenvolver a cooperação internacional entre cidades que identificaram a criatividade como um fator estratégico para o desenvolvimento sustentável. Conta atualmente com 180 cidades.
A adesão de cidades portuguesas iniciou-se em 2015 com a inclusão de Idanha-a-Nova, como Cidade Criativa da Música, e de Óbidos, como Cidade Criativa da Literatura. Em 2017, aderiram Amarante (Música), Barcelos (Artesanato e Arte Popular) e Braga (Artes de Media).