O comandante apontou ainda o “efeito dissuasor” que a presença dos bombeiros provoca.
A Cruz Branca começou por colocar uma equipa no Marão, na casa do Guarda da Manta, cedida pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), onde permanece 24 horas por dia.
No ano passado, a corporação decidiu avançar com outra equipa para o terreno, para o lado oposto do concelho.
No caso da União de Freguesias de Adoufe e Vilarinho da Samardã, a equipa fica instalada no centro cultural e recreativo de Benagouro durante o período diurno, não havendo, para já, condições para ali permanecerem durante a noite.
O presidente da Junta de Freguesia da Campeã, Jorge Maio, elogiou a iniciativa da corporação e considerou que, desta forma, os bombeiros estão mais próximos da população principalmente nesta altura do ano em que aumenta a probabilidade de haver incêndios.
O autarca lembrou que a “zona da Campeã tem uma mancha florestal extensa entre o Alvão e o Marão” e sublinhou que as pessoas se sentem “mais seguras” com a equipa perto.
Os protocolos de colaboração com as juntas e os centros sociais para o ano 2019 foram assinados na segunda-feira, após a cerimónia de tomada de posse dos órgãos sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública e Cruz Branca de Vila Real, que é presidida por António Graça.
Além destas duas equipas, neste período mais crítico de incêndios, a Cruz Branca possui mais uma terceira equipa que fica estacionada no quartel.
A corporação conta com duas equipas de intervenção permanente (EIP) e assegura os turnos, conjuntamente com os bombeiros de Amarante, no túnel do Marão, inserido na Autoestrada 4 (A4).
Devido a incidentes dentro do túnel, o maior da Península Ibérica, foi decidido colocar em junho de 2018 uma equipa de bombeiros em permanência na infraestrutura.